Em avaliação de imóveis, tanto urbanos quanto rurais, por vezes encontramos situações depreciativas oriundas de condições pouco comuns. Essas condições especiais tendem a se tornar um entrave na avaliação e, por vezes, são consideradas por meio de codificação, com o emprego de variáveis booleanas (“sim” ou “não”). Isso ocorre em casos onde a variável a considerar é a variável “odor”. Por sua dificuldade no uso, temos casos em que o avaliador simplesmente, por falta de um modelo matemático que seja mais explicativo do resultado, tende a abandonar essa variável, desconsiderando-a, o que pode vir a resultar em vício no resultado final. Este trabalho pretende apresentar um modelo matemático a considerar na avaliação de bens urbanos ou rurais afetados pela presença de fonte de emanação de odor.
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